terça-feira, 3 de março de 2009

Porto.. Santo?

Desde quando é que Porto Santo tem barcos rabelos, rio douro e uma Ribeira igual 
à nossa?...


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Mal por mal...

1. Já ganhei uma garrafa de rum à custa de dançar feita doida e dar beijos ao maior número de pessoas do público.
Verdade. Fui arrastada para um palco e podia ou ficar encolhida num canto ou arriscar a desgraça. A terceira prova, que perdi, era arranjar um soutien do público, mas alguém conseguiu isso primeiro.

2. Nunca pedi um resgate por batatas fritas.
Verdade. Curioso como tanta gente acredita que sim. Na verdade foi a mim que foi pedido um resgate, durante a preparação dum jantar com amigos. Um grupo fechou-se na cozinha e começou a enviar algumas batatas pelo estendal exterior (que tinha ligação à janela da sala), em troca de qualquer coisa que não me lembro...

3. Nunca parti dedos.
Mentira. Os meus nunca parti, mas já parti os de alguém... há muitos anos, no infantário, quando comecei a fechar uma porta um que ia a passar resolveu por os dedos na frincha da dobradiça... um não reparou no outro e pronto... pois.. não é coisa que me orgulhe não...

4. Já pedi um autografo à Ágata.
Verdade. Por gozo... foi há mais de 10 anos, depois de um jantar com um grupo de colegas do meu pai, em Lamego, não havia muito que fazer. Alguém descobriu que ia haver um concerto da Ágata mas quando chegámos já tinha acabado e ali estava a senhora, furiosa da vida não sei porquê. À falta de mais que fazer, começou tudo a discutir quem iria pedir o autografo, como ninguém se decidia peguei no papel e lá fui eu.. Não o cheguei a trazer, a vontade de rir era muita e o humor da cantora era pouco, achei por bem regressar à base.

5. Nunca tomei morfina.
Mentira. Já tomei, depois da cirurgia aos dois pés. Tinha uma máquina que de X em X horas lá me dava um shot de morfina para tirar as dores. Era um alívio, mas os efeitos secundários não foram muito agradáveis.

6. Já cantei fado num autocarro.
Verdade. Em Bari, nos autocarros que levavam os grupos dos Jovens Criadores aos hoteis. A Dalila começou, o resto do grupo (português) foi fazendo o coro.

7. Nunca fui ao Canadá.
Mentira. Montreal, Ottawa, Quebec.

8. Já ajudei numa cirurgia.
Verdade. O que não significa que tenha participado activamente. Assisti a uma cirurgia e, no fim, fizeram a contagem das compressas para verificar que está tudo cá fora. Faltava uma. Ficou o ambiente numa tensão absurda, a verificar tudo dentro do bloco. Eu descobri-a debaixo da mesa de cirurgia, para alívio de todos.

9. Já conversei com um padre do Vaticano sobre "O Código da Vinci".
Verdade. Estava no autocarro, no aeroporto de Lisboa a caminho do avião com o livro debaixo do braço, quando começo a ouvir "esse livro é uma blasfémia!". A voz era de um padre importante do Vaticano, como me explicou depois, precisamente aquele que faz a análise de documentos, livros, etc etc etc que vão sendo publicados (e que referem, obviamente, a igreja ou a religião).


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mais uma menos uma...

Como tenho uma vidinha descansada e sou boa a mentir (calma, estou só a treinar...), fui indicada pelo Filipe para a corrente das 3 mentiras.

3 das afirmações abaixo indicadas são mentira. Descubram quais são... (tive de fazer uma actualização porque só tinha 8 afirmações!).

1. Já ganhei uma garrafa de rum à custa de dançar feita doida e dar beijos ao maior número de pessoas do público.
2. Nunca pedi um resgate por batatas fritas.
3. Nunca parti dedos.
4. Já pedi um autografo à Ágata.
5. Nunca tomei morfina.
6. Já cantei fado num autocarro.
7. Nunca fui ao Canadá.
8. Já ajudei numa cirurgia.
9. Já conversei com um padre do Vaticano sobre "O Código da Vinci".

E as próximas vítimas são...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

as coisas que eu aprendo...




bujão
nome masculino
1. NÁUTICA rolha ou cunha com que se tapam fendas a bordo
2. bucha

Astérix e o Continente!



"Ils sont fous ces Romains!"

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Tripeiro

Há muito que não me ria tanto. Em parte porque abri este video (sem saber o que era) na presença dos meus pais... o meu pai estava a ver comigo, a minha mãe apenas ouviu.. foi um momento familiar bonito...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Carta ao Pai Natal - Importante


Querido Pai Natal,


Escrevo-te nesta altura em que já deves ter menos trabalho (sendo nórdico de certeza que não deixaste tudo para a última). Sabes que há anos que não peço nada em especial, ainda que me consigas surpreender sempre com um fantástico equilíbrio (dinheiro de um lado, pijama de cetim cor-de-rosa XXL do outro). Peço-te agora um presente muito especial. No fundo não é para mim, é para vários. Ou melhor, é para mim porque ficarei muito feliz se o puderes conceder a outro. Preciso da tua ajuda e da luz que ilumina o focinho do Rodolfo. Preciso que encontres uma solução para o meu tio e para aquele indesejado que assombra a sua vida. Sabes o que o meu tio disse? Que trocava as voltas a todos. Espero que sim, que troque as voltas ao usurpador de saúde. Também me disse que não era nada fácil. Eu sei que não é. E preciso, preciso mesmo de ajuda. Se não puderes fazer nada, já que não és cirurgião, dá prendas de Natal fantásticas a todos os médicos e equipas de cirurgia para que comecem 2009 super motivados, cheios de vontade de vencer e viver. Dá-lhes saúde, amor, sei lá. Eu tenho para dar e vender, mas isso não chega para salvar o meu tio... eu tenho esperança que consigas iluminar o caminho de alguém e que este possa ajudar, pelo menos, a que estejamos todos bem ainda que com a presença do abelhudo.


Já agora, continua a trazer a saudinha de ferro para os meus avós, exactamente como tens trazido. A receita tem sido fantástica, a minha avozinha tem ido abaixo de vez em quando mas recebe uns pozinhos de perlimpimpim e Upa Pedro, como ela diz, e recupera.


Pai Natal, não te esqueças de mim. Espero não ter chegado atrasada.


Beijinhos,

Ana Cristina Amil


P.S. Se precisares de mais algum dado tenho o messenger quase sempre ligado.

P.S.2 Se conseguires dar-me o que pedi, não me importo receber um pijama XXL de veludo com rendinhas de todas as cores do arco-íris e até o uso!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

verdade!

Há pessoas que nos fazem questionar o sentido das nossas acções. Outras, questionar com que é que alguns perdem o seu tempo e porquê. Contudo, felizmente, há pessoas que o fazem para nos explicar o sentido da vida (a verde).

"Gostaria de conhecer A VERDADE?

Será que Deus realmente se importa connosco?
Será que eu realmente me importo com Deus?

A guerra e o sofrimento acabarão um dia?
Assim que o Elvis regressar.

O que acontece depois da morte?
Alguns são enterrados, outros cremados, outros colocados em valas comuns.

Há alguma esperança para os mortos?
Estão mortos? Precisam de esperança para quê?

O que preciso fazer para Deus ouvir as minhas orações?
Mudar de frequência.

Como posso encontrar a felicidade?
www.afelicidadeestaaqui.com"

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Something I said?..

Não é que eu não queira que a menina seja feliz com quem quer que seja... mas o que é que isso tem a ver com os cavaletes para a minha mesa?

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Se eu te visse..

Não gosto nada quando as pessoas resolvem virar invisíveis e têm a atitude de completa disponibilidade. Não me importo de ficar N tempo sem falar com determinada pessoa, há relações que são mais saudáveis assim até. Quando nos encontramos falamos a sério, não deixámos de nos conhecer. Agora fazer de conta que são muito participativas, acessíveis e interessadas quando são completamente o oposto, leva-me à indiferença sobre qualquer contacto que possa vir a ser estabelecido futuramente.
Vai ver se eu estou na esquina, vais?

terça-feira, 29 de julho de 2008

Internet à pala é sempre bom!

A cidade de Mourão tem a amabilidade de ter internet gratuita disponível (assim como outras zonas do Distrito de Évora), o que me deu imenso jeito, para além de me permitir gozar ainda melhor o Jardim Municipal!

É de mim?

“Luís Delgado vai deixar a presidência do Conselho de Administração do Hospital de Aveiro, no próximo mês de Setembro (...). A decisão de não renovar o mandato de Luís Delgado pertenceu ao Ministério da Saúde, que justificou a decisão com os resultados “negativos” obtidos pelo administrador nos últimos três anos, segundo apurou o JN. Luís Delgado vai integrar a administração do Hospital de Santo António, no Porto (...).”

in JN, 15 de Julho 2008

 

Será que vai fazer um estágio para melhorar as suas competências profissionais?...

Hmmm... será que se eu fosse afastada de um cargo por maus resultados, me arranjariam um lugar num posto semelhante?

terça-feira, 22 de julho de 2008

Soul Mates

Há pessoas que definitivamente não aparecem na nossa vida por acaso.
Há pessoas que por vezes nos passam ao lado, que não sabemos aproveitar. Eu tenho a sorte e o privilégio de ter química com gente muito interessante. Química é uma palavra que assusta a muitos. Aiiii que se só pode ter olhos para uma pessoa! Não, chamemos as coisas pelos nomes. Há pessoas com quem tenho verdadeiro prazer a conversar, a disparar e disparatar palavras. Há uma clara partilha de qualquer coisa e fico contente de ter a sobriedade suficiente para o poder gozar. Se calhar estou a ser presunçosa ou simplesmente vivo na bolinha mágica que normalmente atribuem aos Peixes e mais ninguém sente isto.

São amigos. Amigos. Ligações tão prazenteiras que me fazem ter mais cuidado e carinho com os seus alvos do que com muito boa gente com quem lido com frequência, ainda que aquelas apenas se baseiem num contacto anual.

São paixões platónicas. Aiii paixões, tanto medo! Há muitas maneiras de estar apaixonada. Pela vida, pelos animais, pel'O Tal... Nestas relações, num plano superior e que muitas fazes me fazem sentir numa realidade paralela (fui dar ali uma voltinha e volto já mais quente por dentro) tudo gira e passa ao lado. Assim mesmo, intemporal.

Fico mesmo contente por poder reconhecer isto tudo. E mais? Se alguém achar que sou uma vadia, olhe, arranje-se! Coisa feia, a inveja!


P.S. Tenho outro tipo de pessoas igualmente grandiosas na minha vida, com outra química e que interferem naquilo que sou de maneira poderosa e não são menos valiosas por não encaixarem no tema deste post ;)

domingo, 6 de julho de 2008

Yes, dear?...

Era dia de festa e fazia-se notar o cuidado da associação da cor da gravata com a indumentária da respectiva companhia. Já tinha ouvido falar, mas ver tal tão presente era a primeira vez.As tradições fizeram-me alguma confusão, a nova moda de os convidados irem dar uma curvinha ao bilhar grande e só voltarem para os comes da noite tem muito que se lhe diga. Fico feliz pelas senhoras, que nesta altura apresentam roupas mais confortáveis e sapatos prontos a rodopiar ao som de umas notas meias tontas perdidas numa pauta. Venha mais vinho e comida para os senhores e estamos todos felizes.Ela e ele foram dos que decidiram ir dar a tal curva. Ela, sempre cuidada ao milímetro (que a natureza não lhe deu traços para que pudesse dar ao luxo de não o fazer) regressou com outro vestido de cerimónia, preto (adequado à hora), com um recorte invulgar e atrevido.Comentei que a gravata dele tinha deixado de combinar com o vestido dela. Riram-se e ela fez-me reparar que os tons da maquilhagem e das unhas mantinham a ligação. Ele, a muitos milímetros de distância da imagem dela, e cuja voz não se tinha sentido praticamente o dia todo, fez-se ouvir com a mesma rapidez de uma rolha a saltar de uma garrafa de champanhe: "combina com as tuas cuecas". A mão dela aterrou na cara dele a igual velocidade acompanhado dum "parvo", fazendo ambas as bochechas, as dela e as dele, ficarem no mesmo tom. Os sorrisos envergonhados dela faziam adivinhar que ele não se voltaria a sentir o resto da noite.

Noite de S. João

Não espero que quem nunca tenha vindo ao S. João perceba. Muitos que dizem ter festejado não tiveram sequer um vislumbre do espírito.
Li algures que a tradição do martelo do S. João estava ligada à resolução de quezílias entre os portuenses. Hoje os martelos são de plástico e ninguém lhes tira o lugar.
A ideia de conseguir sorrisos sinceros de forma natural com simples "pancadinhas", guerras de marteladas ou toca-e-foge com pessoas que nunca vimos na vida é, para mim, surreal. É mágico. É ter os limites completamente alterados, regras de comportamento e barreiras da sociedade longe, muito longe de nós, ter o ambiente preenchido de vontade de brincar, de conviver, de partilhar. É bom, é muito bom - ainda que seja só uma noite por ano - sermos mais nós, permitir que nos roubem risos e que nos martelem a cabeça à e com vontade!